sábado, 4 de novembro de 2023

CRONICA 2

 

O que realmente importa?

Quem realmente importa!?

Vez ou outra a gente se desencanta com as pessoas. Por quê? Talvez porque faça parte do jogo ou porque o engano, a ilusão está entre os castigos do tabuleiro da vida; penso que neste processo, voltamos ou avançamos casas, conforme agimos ou jogamos...ou trapaceamos.

Os dados são lançados todos os dias, a cada semelhante encontrado. Eu, como otimista irrecuperável, jogo todas as fichas nas pessoas, nos seres humanos que encontro ao logo do caminho; cumprimento lhes, converso com eles, conto-lhes histórias; acredito que são bons e, vez por outra ...game over, ou fim de jogo! Devo retornar à casa inicial, o dado jogado indica zero ponto. Paro e penso - Será? Sim!!! Existem pessoas que não fazem questão do nosso bom dia ou da nossa cordialidade. Aliás, para determinadas pessoas, um bom dia seria totalmente dispensável, uma oração então, dão até risada. Neste momento parecem dizerem que preferem ser outra coisa que não gente....Bárbaros talvez ?. Nesse momento, lembrei-me de quando acontecia e acontece com meus filhos e eu lhes digo: - Ninguém dá o que não tem e entre essas coisas está: educação, sinceridade ,etc ... Experienciei o que dizia a eles em mim há poucos dias. Não aprendo. Mas como assim? Não há mais tempo para desengano! Lamentar por mim que não aprende e que insiste é perda de pontos neste jogo?

Demoro a perceber uma cilada e quando percebo, fico em tristeza profunda e... mais uma vez devo voltar ao início do jogo.

Uma voz interna insiste comigo: “Não fique triste, nem se lamente, ela não retribuiu a tua atenção e educação para contigo, porque simplesmente ela não as tem...” Ninguém dá o que não tem, lembra??!!! Jogue os dados novamente!!! Faça como seus filhos, eles seguiam o que tu lhes orientavas, perdoavam a deselegância ou a ignorância e a falta de educação de quem os entristecia e logo já estavam sorrindo de novo. 

Reiniciemos. O jogo deve continuar! Adelante!

O ideal seria que se conseguíssemos seguir jogando os dados e avançando sempre no tabuleiro da vida sem retroceder no jogo civilizatório,  prosseguindo sem cair em armadilhas, com o discernimento entre o quê e quem traz luz à nossa vida.

 

Por um mundo onde sejamos educados, éticos e bons pelo simples fato de que isso faz bem, emana energia boa, independente da má água, ou da água barrenta ou do atoleiro que atravessa o nosso caminho.

 

Esses que aí estão, passarão, eu ??? Passarinho!!!

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