O que
realmente importa?
Quem realmente importa!?
Vez ou
outra a gente se desencanta com as pessoas. Por quê? Talvez porque faça parte
do jogo ou porque o engano, a ilusão está entre os castigos do tabuleiro da
vida; penso que neste processo, voltamos ou avançamos casas, conforme agimos ou
jogamos...ou trapaceamos.
Os
dados são lançados todos os dias, a cada semelhante encontrado. Eu, como
otimista irrecuperável, jogo todas as fichas nas pessoas, nos seres humanos que
encontro ao logo do caminho; cumprimento lhes, converso com eles, conto-lhes
histórias; acredito que são bons e, vez por outra ...game over, ou fim de jogo! Devo retornar à casa inicial, o dado jogado
indica zero ponto. Paro e penso - Será? Sim!!! Existem pessoas que não fazem
questão do nosso bom dia ou da nossa cordialidade. Aliás, para determinadas
pessoas, um bom dia seria totalmente dispensável, uma oração então, dão até
risada. Neste momento parecem dizerem que preferem ser outra coisa que não
gente....Bárbaros talvez ?. Nesse momento, lembrei-me de quando acontecia e
acontece com meus filhos e eu lhes digo: - Ninguém dá o que não tem e entre
essas coisas está: educação, sinceridade ,etc ... Experienciei o que dizia a
eles em mim há poucos dias. Não aprendo. Mas como assim? Não há mais tempo para
desengano! Lamentar por mim que não aprende e que insiste é perda de pontos neste
jogo?
Demoro
a perceber uma cilada e quando percebo, fico em tristeza profunda e... mais uma
vez devo voltar ao início do jogo.
Uma voz interna insiste comigo: “Não fique triste, nem se lamente, ela não retribuiu a tua atenção e educação para contigo, porque simplesmente ela não as tem...” Ninguém dá o que não tem, lembra??!!! Jogue os dados novamente!!! Faça como seus filhos, eles seguiam o que tu lhes orientavas, perdoavam a deselegância ou a ignorância e a falta de educação de quem os entristecia e logo já estavam sorrindo de novo.
Reiniciemos. O jogo deve continuar! Adelante!
O
ideal seria que se conseguíssemos seguir jogando os dados e avançando sempre no
tabuleiro da vida sem retroceder no jogo civilizatório, prosseguindo
sem cair em armadilhas, com o discernimento entre o quê e quem traz luz à nossa
vida.
Por
um mundo onde sejamos educados, éticos e bons pelo simples fato de que isso faz
bem, emana energia boa, independente da má água, ou da água barrenta ou do
atoleiro que atravessa o nosso caminho.
Esses
que aí estão, passarão, eu ??? Passarinho!!!